quarta-feira, 18 de junho de 2008

Uma Vez Tunante, Para Sempre Tunante

antigos tunantes
João Felício(pandeireta; 1º magister)
Joana Tomé(bandolim; 1ª voz; 2ª magister)
Gisela Passos(acordeão; 1ª voz)
Raquel Assunção(1ª voz)
Raquel Tadeu(pandeireta)
Cláudio Oliveira(1ª voz)
Inês da Moita(1ª voz)
Rúben(pandeireta)
Luís de Matos(viola; 1ª voz)
Telma(1ª voz)
Patrícia(bombo, 1ªvoz)
Margarida(1ª voz)
Marta Reis(viola; 1ª voz)
Fábio Jales(2ª voz)
Catarina Loureiro(1ªvoz)
Luís Ruivo(estandarte)
Ricardo Sol(estandarte)
Márcia Mónica(1ª voz)
Marta Margalhos(pandeireta)

tunantes actuais
Ana Águas(flauta transversal; 2ª voz)
Jorge Lopes(viola; 1ª voz)
Ana Contenda(1ªvoz)
Inês de Melo(2ªvoz; maracas)
Catarina Santos(1ªvoz)
Mário Sanfona(bandolim; 1ªvoz; 3º magister)
Ricardo Reis(viola; 1ª voz)
Verónica(sax soprano; 2ªvoz)
Mário Tiago(1ªvoz)
José Costa(1ª voz)
João Esteves(bombo; 1ª voz)
Helena Vilhena(1ª voz)
Lydia Dias(pandeireta; 1ª voz)
Anaísa Canhoto(1ªvoz)
Carmen Ramalho(1ª voz; pau de chuva)
André Carona(pandeireta; 1ª voz)
Micaela Silva(1ªvoz)
Isa Pincho(1ªvoz)
caloiros
Raquel(1ªvoz)
Bruna(1ªvoz)
Margarida(1ªvoz)
Carina(1ªvoz)
André(baixo)
Maria João(1ªvoz)

Actuacao na prisao de Silves

Esta actuacao ficou para a historia, nunca estivemos tao descontraidos e divertidos, e foi lindo quando a catarina se enganou na letra, e o pessoal comecou a rir desalmadamente sem conseguir cantar mais, e o caloiro ricardo (pody) que na sua apresentacao apenas conseguiu dizer timidamente "ola", e quando tentaram desculpa-lo dizendo ser a primeira vez, o nosso amigo recluso disse "tambem eu!"... Enfim... E o nosso Mario... E o bolo... a foto nao tirada na prisao... Tunantes, agora vamos olhar sempre para a frente!!!
17/Dez/2006

historial

O nome “Xelb” é oriundo da longa história que Silves, a “Xelb” Islâmica nos proporciona. A velha Xelb dos árabes foi conquistada por Abd-al-Aziz em 713, tendo permanecido sob ocupação Muçulmana até ao século XIII. Quem chega a Silves vê ao longe um cabeço encimado de muralhas cor de rosa, a contrastar com o branco do casario envolvente: é o castelo de Silves, o maior da região, baluarte de uma das cidades mais importantes do Reino do Al-Faghar dos Almóadas e, posteriormente, do Algarve dos portugueses, após a reconquista da cidade por D. Sancho I, em 1242.


Nos tempos de glória chegou a ter 30.000 habitantes. Alguns dos seus belos palácios tinham terraços de mármore. As ruas e os bazares regurgitavam de mercadores que vendiam preciosidades vindas do oriente. Em redor havia pomares e campos floridos. Sobre os seus esplendores escreveram Al-Mutamid e Ibn Ammar, dois dos maiores poetas Árabes.